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Número de assaltos a carro-forte está aumentando em todo o Brasil

Sem categoria 14 de junho de 2017

Em todo o ano passado, os bandidos levaram mais R$ 35 milhões.
Só este ano, até agora, foram roubados mais de R$ 52 milhões.

Nem parece, mas as paredes do carro-forte que foi atacado perto de Miracatu, em São Paulo, na segunda-feira (12) à noite eram de aço, feitas para suportar tiros de armas potentes, como fuzis.

Mas a carga de explosivos que os ladrões usaram era tão forte que arrancou as portas do carro e deixou a lataria cheia de buracos. Destruiu até uma parte do dinheiro.

Os bandidos atravessaram uma carreta na pista para bloquear dois carros-fortes. Um conseguiu escapar e o outro foi cercado. Sem chance de reagir, os quatro vigilantes correram para um matagal.

O número de assaltos violentos como esse, está aumentando em todo o Brasil. Em 2015, foram 22. Em 2016, 26 e este ano, até agora, já foram 24.

No ano passado, os bandidos levaram mais de R$ 35 milhões e este ano, até agora, mais de R$ 52 milhões.

Só este mês foram quatro casos, média de um ataque a cada dois dias. Teve explosão de carro-forte numa estrada no Piauí, em um shopping em Natal e perto da fronteira com o Paraguai, em Mato Grosso do Sul, os bandidos usaram até granadas. As paredes de metal do carro-forte foram destruídas, o carro abriu completamente.

Até um carro-forte que estava no pátio da prefeitura do Rio de Janeiro foi atacado. Os bandidos usaram um carro com uma autorização falsa para entrar no estacionamento. Teve tiroteio e depois de uma ação violenta, eles fugiram levando um malote com R$ 550 em moedas.

O número de casos poderia ser ainda maior porque do ano passado até agora, os bandidos fizeram outros 19 ataques que não deram certo porque os vigilantes conseguiram fugir. Como o único meio de transportar dinheiro é por carro-forte, isso virou uma atividade de risco.

“Nós temos uma postura e estamos defendendo isso há muitos anos, que é a divisão de inteligência. Tem que unir as polícias nesses assaltos para que consigamos evitar a saída do ladrão para sua ação. Controlar o explosivo é um trabalho complicado, nós sabemos disso, mas temos que perseguir esse caminho”, diz Marcos Paiva, presidente da Associação Brasileira de Transportes de Valores.

No caso de Miracatu, os vigilantes não ficaram feridos. O grupo antibombas da polícia de São Paulo foi até o local porque parte dos explosivos não foi detonada. É por meio delas que a polícia vai começar as investigações da quadrilha.

Fonte: g1.globo.com

14/06/2017

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Falso explosivo achado na Piçarra é usado em sequestros de gerentes de banco

Sem categoria 14 de junho de 2017

O delegado Anfrísio Castelo Branco, titular do 6º Distrito Policial, informou que o material encontrado no quintal de uma residência, semelhante a uma “bomba-relógio”, é usado em assaltos a banco conhecidos como “sapatinho”, quando o gerente é sequestrado para intimidar e apavorar as vítimas. O material foi achado na noite de segunda (12) na rua Honório Paiva, no bairro Piçarra, na zona Sul de Teresina.

“A utilização mais comum desse material é no sequestro de gerentes de banco. É muito semelhante a explosivo, onde tem até um celular e uma luz piscando, mas não passa de um simulacro”, declarou o delegado.

A constatação foi feita por uma equipe especializada em explosivos, do Batalhão de Operações Especais (Bope), que apesar da aparência e das características semelhantes a uma bomba-relógio, os especialistas não encontraram explosivos no objeto.

De acordo com o comandante do Bope, tenente coronel James Sean, a equipe levou o material para um local seguro e utilizou uma contra-carga, ou seja, um artefato feito por eles para desativar o deixado na residência.

“Como ele possuía uma fonte alimentadora, um gel que é uma substância pastosa e um temporizador, que são componentes que nos levam a crer que era um explosivo e assim ter um acionamento remoto, nossos explosivistas decidiram remover para um local seguro e fazer a contra-carga. Só assim percebemos que era um simulacro”, explicou coronel James Sean.

O delegado Anfrísio Castelo Branco aguardo o laudo final do Bope, que deve receber hoje à tarde, para encaminhar o material ao Instituto de Criminalística para passar por uma perícia. Ele está fazendo levantamento das imagens no local no sentido de identificar a pessoa que deixou o material na região.

“Localizamos uma câmera, mas ela não estava filmando. Vamos ver outras alternativas e ouvir o proprietário da casa”, declarou o delegado.

Resultado de imagem para Falso explosivo achado na Piçarra é usado em sequestros de gerentes de banco

Alerta

Um vídeo feito pelos moradores da residência onde encontraram o artefato, mostra uma pessoa manuseando o objeto. O comandante do Bope alerta que mesmo se tratando de um simulacro, todos os cuidados devem ser tomados, já que as características eram semelhantes a uma bomba.

“Eles correram risco, porque existem várias formas de se acionar o explosivo e ao manusear poderia haver uma compressão ou descompressão e ainda tinha o acionamento remoto. Não podemos desconsiderar nenhum tipo de ameaça, por isso o recomendável é que não mexa, não remova, isole o local e chame a polícia”, recomenda o coronel James Sean.

Fonte: cidadeverde.com

14/06/2017

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Criminosos tentam explodir caixa eletrônico em posto de combustível

Sem categoria 14 de junho de 2017

A Polícia Militar foi acionada durante a madrugada desta terça-feira (13/6) para verificar uma suspeita de bomba em um caixa eletrônico, que fica dentro de um posto de combustível, em Planaltina

 

PMDF/Divulgação

A Polícia Militar do DF foi acionada durante a madrugada desta terça-feira (13/6) para verificar uma suspeita de bomba em um caixa eletrônico dentro do posto de combustível Lazzat, em Planaltina. Segundo a corporação, a equipe ouviu um barulho semelhante a uma explosão, por volta das 4h50. Chegando ao local, foi constatada a explosão.

Ainda de acordo com a PM, dois homens teriam chegado no local a pé com uma mochila. Logo em seguida, teria ocorrido a explosão no caixa eletrônico 24h. Porém, houve somente dano à parte externa do terminal, e eles não conseguiram arrombar o cofre.
PMDF/Divulgação
Os suspeitos saíram correndo deixando uma barra de ferro e a mochila que eles estavam usando quando chegaram ao posto. A equipe preservou o local e acionou a operação Petardo.
14/06/2017

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PF vê irregularidades na empresa que faz segurança em local de chacina no Pará

Sem categoria 14 de junho de 2017

O secretário nacional de Justiça, Astério Pereira dos Santos, revelou nesta terça-feira (13), durante audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, que a Polícia Federal (PF) encontrou irregularidades na empresa de segurança Elmo, responsável pela vigilância da Fazenda Santa Lúcia, onde 10 trabalhadores rurais sem terra foram mortos no dia 24 de maio.

Segundo o secretário, a PF verificou que o vigilante Marcos Batista Montenegro, morto a tiros no dia 30 de abril, não está registrado entre os funcionários da empresa. Para defensores dos direitos humanos e integrantes do grupo que ocupava a fazenda, a morte dos 10 sem-terra pode ter sido uma vingança pelo assassinato de Montenegro – ainda que os responsáveis pelo crime ainda não tenham sido identificados.

De acordo com o secretário nacional, a Elmo está em situação regular perante a PF, órgão responsável por autorizar e fiscalizar a atuação das empresas de segurança. Além disso, Montenegro tinha o curso de agente de segurança.

“Mas ele não figurava nos quadros da Elmo. O que foi uma primeira irregularidade constatada pela PF”, disse Santos ao participar da audiência pública que discutiu a chamada Chacina de Pau d’Arco, nome do município onde ocorreu a tragédia. O vigilante foi morto com um tiro na cabeça em uma suposta emboscada cujos responsáveis não foram identificados até agora.

Ainda de acordo com o secretário nacional, policiais federais que inspecionaram as instalações da empresa após o ministro da Justiça, Torquato Jardim, determinar que a PF investigue o caso, foram surpreendidos por outra “irregularidade”.

“O representante da empresa que acompanhava a diligência simplesmente disse que não tinha as chaves do local onde ficam guardadas as armas da empresa”, comentou Santos, sem afastar a hipótese de haver outros problemas com a empresa. “A partir dos encaminhamentos que certamente ainda vão surgir, vamos poder aprofundar as investigações.”

No fim do mês passado, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal (MPF) e o Conselho Nacional de Direitos Humanos já tinham pedido à PF informações oficiais sobre a atuação de empresas de segurança privada na Amazônia Legal e na região do Araguaia paraense.

A iniciativa foi motivada pela preocupação com a possível atuação irregular de algumas empresas de vigilância – principalmente depois que sobreviventes relataram a integrantes da comitiva federal que visitou a região que ao menos dois seguranças particulares da Fazenda Santa Lúcia participaram da ação policial que resultou nas 10 mortes.

Vinte e um policiais militares e oito policiais civis foram afastados de suas funções enquanto a Polícia Civil, a Corregedoria da Polícia Militar e o Ministério Público do Pará apuram o caso. Os policiais afirmam que foram recebidos a tiros ao chegar à fazenda para cumprir mandados de prisões e de busca e apreensão expedidos pela Vara Agrária de Redenção (PA). Horas depois da operação, a Polícia Civil e a Secretaria de Segurança Pública e Defesa apresentaram à imprensa 11 armas supostamente apreendidas na área ocupada pelos sem-terra – entre elas um fuzil 762 e uma pistola Glock modelo G25.

Já os sobreviventes da ação policial e os parentes das 10 vítimas refutam a versão policial. Em depoimento a integrantes da comitiva federal que visitou a região logo após a ocorrência e também a promotores, as testemunhas garantiram que os policiais chegaram ao local atirando, atingindo pelas costas algumas pessoas que tentavam fugir da confusão.

A Agência Brasil buscou entrar em contato com a empresa de vigilância, mas telefonemas aos números informados no site da Elmo na internet não foram atendidos.

Fonte: www.jb.com.br

14/06/2017

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Grupo que atua no “Novo Cangaço” leva terror a Gurupi-TO. Líder havia sido preso antes da ação

Sem categoria 13 de junho de 2017

Um grupo de criminosos explodiu a agência do Banco do Brasil, fez reféns e ateou fogo carros na noite de ontem em Gurupi, Sul do Estado. A ação aconteceu por volta das 23 horas.

Segundo a Polícia Militar (PM), o grupo chegou na cidade disparando em diferentes regiões e foi até o Banco do Brasil, ontem fizeram reféns, entre eles cinco homens. Logo após eles explodiram o caixa eletrônico, o grupo incendiou quatro veículos, sendo três carros e uma motocicleta, que estavam próximos a agência bancária.

Fuga

Depois a ação, o grupo fugiu dando tiros na direção do Setor Sol Nascente. Durante a confusão, algumas lojas foram quebradas e uma mulher, de 36 anos, foi atingida por disparos. O disparo acertou no ombro. Ela foi levada ao hospital pelo Corpo de Bombeiros.

Segundo a PM, os reféns foram soltos logo o grupo seguiu por uma estrada vicinal. Após patrulhamento foi localizado um caminhão baú com explosivos e dinheiro a cidade de Cariri.  Também foi localizada duas caminhonetes.

Conforme a PM foram encaminhados reforços das equipes da Polícia Militar das cidades vizinhas, bem como da capital para continuar as buscas na região. A Polícia Rodoviaria Federeal (PRF) informou que ontem mesmo já se disponibilizou no auxílio as buscas.

Prisão do líder

na madrugada de domingo, o Grupo de Patrulhamento Tático da Polícia Rodoviária Federal (GPT-PRF), havia cumprido mandado de prisão em desfavor de conhecido membro de quadrilha especializada em roubos de bancos e carros-fortes, crimes praticados, em sua maioria, no interior do nordeste – “novo cangaço”.

Na ocasião a equipe da PRF abordou o veículo MMC/L200 TRITON, no qual estava o condutor e dois passageiros, um deles E. O. S., de 45 anos. Ao realizar consulta aos sistemas, constatou-se haver mandado de prisão em aberto em desfavor do passageiro E. O. S., em face do mesmo fora emitido mandado de prisão preventiva a fim de dar andamento na ação penal em que ele responde pelo crime de homicídio na comarca de Quixadá-CE.

Durante conversa com o detido e após novas consultas, a equipe da PRF descobriu que o homem então capturado tratava-se de um conhecido membro de quadrilha especializada em assaltos de bancos e carros-fortes, a “Quadrilha dos Pipoca”, sendo o então detido chamado por Neudo Pipoca.

A equipe ainda observou que o outro passageiro que estava no veículo também integrava a quadrilha especializada que fora presa em 2015 no sertão do Ceará, no entanto, nenhum mandado de prisão havia em seu desfavor, razão pela qual foi liberado após fiscalização. Vale dizer que todos os membros da quadrilha foram soltos em março do corrente ano em decisão proferida pelo STF.

A ocorrência foi encaminhada para a Central de Flagrantes de Gurupi.

Fonte: www.folhadobico.com.br

13/06/2017

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INTEGRANTES DO GRUPO QUE ROUBOU EMPRESA DE TRANSPORTE DE VALORES E SEGURANÇA AINDA PODEM ESTAR EM JUIZ DE FORA

Sem categoria 13 de junho de 2017

CARRO ENCONTRADO QUEIMADO NA ZONA RURAL SERIA EVIDÊNCIA DA PRESENÇA DELES NA REGIÃO, DE ACORDO COM POLÍCIA CIVIL.

Três presos, sendo que dois foram localizados em Contagem na última sexta-feira (9), quatro carros, dinheiro e armas apreendidas. Este é o balanço das ações da força-tarefa que investiga o roubo a Brink’s, empresa de transporte de valores e segurança em Juiz de Fora, apresentada em coletiva na manhã desta segunda-feira (12) pela força-tarefa da Polícia Civil que apura o caso.

O crime ocorreu em 2 de junho, quando um grupo fortemente armado conseguiu levar da empresa o equivalente a três carrinhos de supermercado com dinheiro. No dia da ação foram estimados 30 ladrões, mas a polícia afirma que o número de envolvidos ainda não foi fechado.

O valor roubado também não foi divulgado. Dezoito pessoas foram vítimas da ação, sendo que 11 foram mantidas reféns em um sítio em Monte Verde, zona rural de Juiz de Fora.

De acordo com a Polícia Civil, os trabalhos apontam que o grupo teve acesso a informações privilegiadas no planejamento da ação e que integrantes da quadrilha especializada ainda estão na região.

“O que corrobora esta linha de investigação é que, na última quinta-feira (8), um veículo com placas de Belo Horizonte que foi utilizado ativamente no crime foi descartado, incendiado na zona rural de Juiz de Fora, próximo a um cativeiro. Ou seja, tem gente ainda por aqui tentando eliminar provas, o que aumenta a suspeita do envolvimento das pessoas da cidade”, disse a delegada Sheila Oliveira.

Na sexta-feira, o Departamento Estadual de Operações Especiais da Polícia Civil de Minas Gerais (Deoesp) prendeu em Contagem dois envolvidos, que já confessaram participação no roubo. De acordo com os delegados em Juiz de Fora, o jovem de 28 anos teria alugado o sítio onde o filho do gerente da empresa em Juiz de Fora foi mantido em cativeiro durante a ação.

O homem de 35 anos foi descrito pela delegada Sheila Oliveira como “possivelmente o chefe da quadrilha que planejou a ação”. Foram recuperados com os dois presos em Contagem R$ 115.106 e quantias nas moedas japonesa, iene e chinesa, yuan, além de francos suíços, dólares canadenses e australianos, pesos uruguaios, mexicanos e chilenos e libras esterlinas.

Também foram apreendidas três armas de uso restrito, calibres 9 milímetros e duas de 40; duas submetralhadoras de fabricação caseira nos calibres 9 milímetros e 40. Quatrocentas e quarenta munições de calibres 762 e 9 milímetros, carregadores de pistola calibre 40 e também para submetralhadoras calibre 40 e de AK 47.

Os policiais ainda listam entre os itens apreendidos dez discos para cortar ferro, um cilindro pequeno de oxigênio, um pé de cabra, um bico de maçarico de corte e aparelhos para monitoramento interno de televisão e para central de rede elétrica, 13 celulares sem chips de telefonia e sem baterias, nove chips de aparelhos celulares e sete toucas ninjas. Também estão na lista uma carteira de trabalho e quatro documentos de identidade em nomes de outras pessoas, sendo que, de acordo com a Polícia Civil, três deles são falsificados.

De acordo com a delegada regional Patrícia Ribeiro, outros três suspeitos foram identificados pelas vítimas por meio de fotos. “A partir dessa troca de informações chegamos à conclusão de que estas pessoas ertenciam a uma quadrilha especializada neste tipo de crime”, destacou.

Outro homem está preso em Juiz de Fora desde 2 de junho. “A equipe cumpriu o mandado de prisão de uma pessoa. Estamos investigando se houve a participação dele no crime”, comentou a delegada.

Apesar de, a princípio, o grupo não ter integrantes nascidos em Juiz de Fora, a linha que conduz a investigação é de que eles tiveram acesso a informações restritas para o planejamento da ação de roubo coordenado.

“Da forma como foi feita a ação, sem troca de tiros, sem erro aparente, quer dizer que houve uma informação privilegiada. A maioria dos três presos, outras três pessoas identificadas, mais alguns suspeitos não são de Juiz de Fora. Mas eles não viriam a Juiz de Fora para praticar este tipo de crime sem saber toda a movimentação da empresa”, lembrou a delegada.

As investigações continuam em andamento, com troca de informações com a Polícia Civil de Belo Horizonte e São Paulo, sem previsão para serem encerradas.

ROUBO A EMPRESA DE SEGURANÇA

No dia 2 de junho, aproximadamente 30 criminosos fortemente armados executaram um plano de sequestro de funcionários e roubo à sede da empresa Brink’s. A ação foi planejada e orquestrada simultaneamente em diferentes cidades do Estado desde a noite anterior.

As vítimas foram obrigadas a abrir a sede da empresa, no Bairro Cerâmica, de onde os assaltantes pegaram dinheiro e fugiram. No mesmo dia, as vítimas foram ouvidas e as investigações começaram.

Ao todo, 11 pessoas foram rendidas e, de acordo com a Polícia Civil, uma delas ficou ferida, após ser atingida com uma coronhada. Ainda no dia 2, a Polícia Militar conseguiu recuperar dois dos três carros usados no crime.

Segundo a delegada regional Patrícia Ribeiro, primeiro, os criminosos sequestraram o caseiro e o proprietário de uma granja em Monte Verde, na zona rural, para usar o local como cativeiro. Em seguida, renderam o gerente da empresa e a família dele em Juiz de Fora e os levaram para a propriedade. A ação ocorreu por volta das 19h.

Simultaneamente, o filho do gerente também foi rendido em Belo Horizonte. Ele ficou preso durante toda a noite, vigiado pela quadrilha.

Pela manhã, os suspeitos sequestraram também o vigia da empresa e entraram com o gerente no local. Em uma ação considerada muito rápida pelos investigadores, os autores retiraram o correspondente a três carrinhos de supermercado com dinheiro.

Todas as vítimas foram ouvidas pelos policiais no dia 2, com exceção de uma das mulheres, que estava grávida de nove meses, entrou em trabalho de parto e foi encaminhada a um hospital.

Fonte: gazetacapitalpaulista.com.br

13/06/2017

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Criminosos explodem caixa eletrônico em banco na zona norte do Rio

Sem categoria 13 de junho de 2017

Criminosos roubaram uma agência bancária na madrugada deste domingo (11), em Pilares, zona norte do Rio. O banco Bradesco teve os vidros quebrados com a explosão de um caixa eletrônico. De acordo com a polícia, o crime teria ocorrido por volta das 4h.

Agentes do Batalhão do Méier (3º BPM) foram acionados, mas quando chegaram os criminosos já haviam fugido. A PM isolou o local. A rua João Ribeiro chegou a ser interditada para o trabalho de perícia da Polícia Civil. O caso será investigado pela Delegacia de Todos os Santos (26ª DP).

Fonte: noticias.r7.com

13/06/2017

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Grupo bloqueia rodovia, explode cofre de carro-forte e rouba dinheiro em SP

Sem categoria 13 de junho de 2017

Crime aconteceu na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, na noite da última segunda-feira. Até o momento, ninguém foi preso.

 

Carro-forte teve o cofre explodido pelos criminosos (Foto: G1 Santos)

Um grupo de criminosos explodiu o cofre e roubou o dinheiro de um carro-forte, na noite da última segunda-feira (12), na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, na altura de Miracatu, no Vale do Ribeira. Ninguém ficou ferido.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, o crime aconteceu por volta das 20h. Os criminosos cercaram dois carros-fortes de uma transportadora de valores que seguia do Vale do Ribeira para Santos. A interceptação aconteceu em uma alça de acesso na rodovia para que os veículos não fizessem o retorno.

Crime aconteceu na noite da última segunda-feira (Foto: G1 Santos)

Além disso, os suspeitos utilizaram caminhões e um carro de passeio para impedir que os veículos da transportadora voltassem à Rodovia Régis Bittencourt. Em seguida, os suspeitos começaram a atirar.

Um dos carros-fortes conseguiu furar o bloqueio, mas, no outro, os funcionários abandonaram o veículo. Os criminosos, então, entraram no carro, explodiram o cofre, roubaram o dinheiro e fugiram. Até o momento, ninguém foi preso.

Depois da ação, a polícia identificou que havia uma banana de dinamite que não havia explodido. Por isso, uma equipe do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) de São Paulo precisou ir ao local para fazer a detonação.

Carros dos criminosos foram queimados após o crime (Foto: G1 Santos)

Fonte: g1.globo.com

13/06/2017

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Associação de vigilantes acusa sindicato de fazer R$ 2,6 mi “sumirem”

Sem categoria 12 de junho de 2017

Caso é investigado pela Polícia Civil e o Ministério Público do Trabalho. Associação cobra prestação de contas e sindicato rebate acusações.

Uma guerra nos bastidores da categoria dos vigilantes virou caso de polícia. Insatisfeita com a condução das políticas e a prestação de contas do Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância do Distrito Federal (Sindesv-DF), a Associação dos Vigilantes do Distrito Federal (Asevi-DF) processou a entidade sindical. Na ação, a Asevi questiona a contratação do plano de saúde dos profissionais e uma possível quebra da convenção coletiva.

A Associação dos Vigilantes acionou a Polícia Civil, o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Receita Federal para investigar o caso. Os valores que a entidade questiona na denúncia entregue às autoridades somam R$ 2.614.565. Além desse problema, a Asevi reclama que um dos dois planos de saúde ofertados à categoria não deveria ser descontado do contracheque. No entanto, os valores têm sido debitados, situação que fere uma cláusula da convenção coletiva.

Atualmente, as empresas que contratam os vigilantes repassam R$ 140 para o Sindesv. O dinheiro é repassado à operadora de saúde indicada pelo sindicalizado. O vigilante tem duas opções: se escolher a empresa Saúde Sim, não paga nada e tem direito a um plano básico, com direito a marcar consultas e receber atendimento médico.

O trabalhador que quiser contratar o outro plano disponível, a Unimed Manaus, tem uma cobertura melhor. Os valores variam entre R$ 220 (quarto enfermaria) e R$ 265 (quarto privativo). Neste caso, os vigilantes precisam pagar a diferença, com um desconto mensal de R$ 10. Como as empresas que os contrataram já contribuíram com R$ 140, o profissional arca com R$ 90 ou R$ 135.

O problema, acusa a Asevi, é que o dinheiro estaria desaparecendo no caminho entre o Sindesv e as operadoras de saúde. “São aproximadamente 24 mil vigilantes e o sindicato recebe mensalmente R$ 140 por cada um para bancar o plano de saúde. Ninguém sabe para onde vai esse dinheiro”, acusa Gilberto Costa, presidente da Asevi.

Investigação na PCDF
Na Polícia Civil, a denúncia foi inicialmente feita à Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Contra a Administração Pública (Decap). Depois, seguiu para a Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, à Ordem Tributária e a Fraudes (Corf), que apura o caso. A ocorrência também chegou à Receita Federal.

O Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF) foi acionado e, em 3 de março de 2017, instaurou inquérito civil para apurar os seguintes pontos: descumprimento de cláusula de convenção coletiva e apuração sobre o plano de saúde. A Asevi também pediu, por intermédio do MPT, a íntegra de todo o balanço fiscal do sindicato desde 2009 para apurar se houve irregularidades. Segundo a associação, o Sindesv se recusa a entregar a documentação.

Problema com a emissão de notas
Outro questionamento no processo é sobre problemas na emissão de notas fiscais. A Asevi anexou sete comprovantes emitidos entre janeiro e outubro de 2016, que somam os R$ 2,6 milhões questionados. Os documentos aparecem como cancelados pelos emitentes — as empresas Saúde SIM e Unimed Manaus — minutos após o lançamento.

A associação quer saber o motivo do cancelamento e onde foi parar esse dinheiro. Em alguns casos, aparece a descrição “nota fiscal equivocada”, enquanto em outros, o CNPJ não pertence à empresa indicada.

Argumentos da defesa
O presidente do Sindicato dos Vigilantes, Francisco Paulo Quadros, nega irregularidades e diz que o cancelamento das notas fiscais “foge da nossa alçada”. “A operadora apresentou uma justificativa e as entregamos ao Ministério Público do Trabalho”, afirmou.

No entanto, Quadros não explicou onde foram parar os R$ 2,6 milhões. O presidente apenas comentou que a entidade cumpre “a legislação no que se refere à prestação de contas de todo o valor recebido e gasto”.

Na defesa entregue ao MPT-DF, o Sindesv reproduziu trecho da Convenção Coletiva de 2016 que explica o funcionamento do plano de saúde. A entidade assegura que todos os itens do documento são cumpridos. A reportagem entrou em contato com as empresas Saúde SIM e Unimed Manaus, mas não obteve retorno.

Oposição
Diretor do Sindesv, o deputado distrital Chico Vigilante (PT) nega irregularidades da entidade e atribui as denúncias a opositores. “É um grupelho de pessoas a serviço dos patrões. Eles não ficaram satisfeitos com a negociação salarial e resolveram atacar o sindicato em todos os flancos. Estamos respondendo à altura e, depois, vamos processá-los”, anunciou.

Ainda de acordo com o parlamentar, o sindicato é quem tem arcado com prejuízos, uma vez que as operadoras de saúde não estariam pagando as consultas médicas e os serviços usados por vigilantes em clínicas e hospitais. “Nós cobrimos os vigilantes até quando não recebemos das operadoras. Espero que o processo acabe logo para calarmos a boca desses caluniadores”, dispara o petista.

Daniel Ferreira/Metrópoles

Fonte: www.metropoles.com

12/06/2017

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Bandidos explodem caixas eletrônicos em banco e atiram contra morador

Sem categoria 12 de junho de 2017

Agência ficou bastante danificada após explosão. (Foto: Divulgação/ PM)Agência ficou bastante danificada após explosão. (Foto: Divulgação/ PM)

Bandidos explodiram caixas eletrônicos de uma agência do Bradesco, em Figueirão – distante 226 quilômetros de Campo Grande. A explosão ocorreu por volta das 2h da madrugada deste sábado (10). O banco já havia sido atacado há quatro meses.

De acordo com capitão Renato Jose de Souza, subcomandante da 4ª Companhia Independente de Chapadão do Sul, a qual Figueirão é subordinada, ninguém viu a ação dos bandidos.

Um morador apenas escutou a explosão, mas, ao sair para ver o que havia acontecido, foi recebido a balas. “Quando ele abriu a porta, os bandidos atiraram e fugiram”, contou o Capitão.

A agência ficou bastante danificada, no entanto, ainda não se sabe se levaram dinheiro. Ainda conforme Souza, até a manhã deste sábado, nenhum suspeito havia sido preso, mas policiais da região procuram pistas do paradeiro dos criminosos.

Outra ataque – Na madrugada do dia 4 de fevereiro, ladrões já haviam explodido a agência do mesmo banco. De acordo com o Edição de Notícias, o local não possui câmeras de segurança.

Com o furto, Figueirão foi mais uma cidade do Norte do Estado a ficar carente de serviços bancários, como Sonora e Pedro Gomes.

Os municípios tiveram agências do Banco de Brasil destruídas com explosões, em abril e novembro de 2016, respectivamente.

Fonte: www.campograndenews.com.br

12/06/2017

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